A IMPORTÂNCIA DA ZFM

Desde a sua criação, em 28 de fevereiro de 1967,  que a  Zona Franca de Manaus vem realizando um bom trabalho em favor do desenvolvimento da Amazônia Ocidental.


O grande feito do estadista Humberto de Alencar Castelo Branco merece agora, mais do que nunca, uma concentração de esforços para continuar cumprindo a sua missão, exportando em grande escala e, também, abastecendo de produtos industrializados o mercado brasileiro.


Após o ciclo da borracha, o Amazonas vivia uma fase de decadência e, a única saída, foi instalação de uma área de livre comércio de importação e exportação e de incentivos fiscais especiais, para lhe dar alento.


A Zona Franca de Manaus se diferençou das demais zonas francas ou áreas de livre comércio existentes no mundo visto que, além de comercializar produtos estrangeiros, criou condições para a instalação de indústrias indispensáveis à absorção da mão-de-obra abundante na região.


O modelo Zona Franca se desenvolveu. Os incentivos fiscais especiais atraíram os investidores do Brasil e do exterior, em face das vantagens comparativas oferecidas, frente aos centros mais adiantados do país.


Antes, ninguém se aventurava a instalar uma indústria em Manaus, longe dos centros consumidores. Com a Zona Franca isto mudou, tendo-se em vista as vantagens oferecidas, que compensam os investimentos feitos com retorno garantido.
O pólo eletro-eletrônico se expandiu. Com o crescimento da informática, houve um verdadeiro salto industrial.


A Zona Franca de Manaus tornou-se, assim,  imprescindível ao desenvolvimento da Amazônia Ocidental. Sua existência deve continuar por muitos e muitos anos, porque, sem ela, Manaus e o Ocidente Amazônico como um todo, voltarão à triste situação do passado não muito distante, de completa estagnação econômica.


Digo isto, com a autoridade de quem foi o seu primeiro Superintendente, e de quem conhece a Zona Franca de Manaus desde os seus primeiros passos.
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