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O famoso encontro das águas dos Rios Negro e Solimões. Por quilômetros e quilômetros de distância as águas barrentas do Solimões não se misturam com as águas escuras do Rio Negro. Fenômeno da natureza muito admirado, ganhou um belíssimo poema de Quintino Cunha, vate cearense, intitulado "Encontro das Águas". Segue, aqui, uma estrofe: "Que profundeza extraordinária, imensa, Que profundeza mais que desconforme. Este navio é uma estrela suspensa, Neste céu d'água brutalmente enorme". |