Acima, o Certificado que me foi outorgado, no dia 25/03/2010, em solenidade na ACAN.

 

Transcrevo, abaixo, o bem elaborado artigo que recebi, via e-mail, do comp. Alberto Bittencourt, Gov 2004/2005 do Distrito 4500 de RI. O comp. Bittencourt integra os quadros do Rotary Club do Recife - Boa Viagem.

 

CLANDESTINOS
Alberto Bittencourt
www.albertobittencourt.com

 

Recebi, pela Internet, impressionante e bem elaborado PPS sobre o tema “clandestinos”.

O assunto levou-me à reflexão sobre os 74 milhões de clandestinos do mundo, conforme estatística do Banco Mundial. No fundo são todos refugiados de alguma situação, pessoas que largam sua terra natal, sua família, suas raízes. Deixam tudo por uma nova vida, num outro país, onde possam realizar os sonhos e adquirir um lugar ao sol. Muitos tentam a aventura na intenção de fazer o sonhado pé-de-meia, para depois voltar e trazer melhores condições de vida à família. Mesmo submetendo-se a salários baixos, os emigrantes conseguem poupar. Enviam vultosas quantias, cerca de 70 bilhões de dólares anuais a familiares e parentes nos países de origem.

Todos perderam a esperança de um futuro melhor na terra em que nasceram.
Uns são refugiados políticos, perseguidos pela facção que detém o poder em seu país. Outros são tangidos pela pobreza, caso dos africanos de algumas áreas pobres daquele imenso continente.
Muitos brasileiros procuram o tão propalado sonho americano, como na busca do Eldorado. Procuram segurança, numa sociedade que lhes dê a chance de crescerem na vida.

Há muitos jovens brasileiros clandestinos, nos Estados Unidos, Canadá, Europa. Eles não podem voltar ao Brasil, pois sabem que as autoridades de migração não lhes permitiriam o reingresso.
O que leva esses jovens brasileiros a tentarem a vida no exterior, mesmo se arriscando, na condição de clandestinos? Creio que tal fato evidencia uma distorção: a falta de oportunidades de trabalho no Brasil. O sonho dos jovens ou é passar num concurso público ou é sair do país, mesmo na condição de clandestino.

E as mulheres que emigram para serem, exploradas, prostituídas, vilipendiadas no mercado de escravas brancas que as leva para a Europa? Muitas conseguem chegar aonde jamais chegariam se por aqui ficassem. Deixam a casa, os filhos, e vão para o futuro incerto, sem saber se um dia voltarão. Têm a esperança de casar, de obter a cidadania, um trabalho honesto, o que nem sempre é possível. Sofrem violência sem tamanho. Outras são levadas às drogas à destruição. Quando podem, regressam, trazendo dinheiro, melhorias para a família. Constroem casa, dão presentes para a mãe, para os filhos que aqui ficaram. Depois, partem novamente, na incerteza. É um misto de coragem, sonhos, loucura, mas, sobretudo de esperança numa vida melhor.

Será que eles têm algum direito, os clandestinos? Entre os direitos do homem, que todo o mundo reverencia, os direitos do cidadão são os mais importantes. Será que os clandestinos possuem algum direito de cidadão no país em que vivem, na periferia obscura dos que oficialmente não existem? Talvez a questão seja mais de ordem moral do que política.

Os países do hemisfério norte, alvo principal das migrações, adotaram medidas de maior controle e procuram fechar as fronteiras na medida em que sua população envelhece e os órgãos de previdência social enfrentam problemas financeiros.

O debate se acendeu nas últimas eleições presidenciais francesas. O presidente eleito francês Nicolau Sarcozy manifestou a intenção de endurecer com todos os imigrantes clandestinos. A esquerda se dividiu entre a moral e a política. O estrangeiro clandestino não é considerado cidadão do ponto de vista moral.

Mas o estado de direito significa que os cidadãos não se encontram indefesos ante os abusos do aparato estatal. Ninguém contesta que os imigrantes, mesmo clandestinos devam se beneficiar integralmente dos direitos do homem. Somente os xenófobos pensam o contrário. Eles têm direito, por exemple, à saúde, à segurança, à educação. Mas, por outro lado, eles não têm o direito de votar nas eleições nacionais já que não são cidadãos do país em que vivem. São ainda passíveis de serem expulsos ou deportados para o país de origem, o que os torna particularmente frágeis e bode expiatório ideal.

É claro que o estrangeiro é obrigado a respeitar as leis do país em que escolheu para viver. Mas ele não está obrigado a ir à guerra, nem a defender esse país caso ele seja atacado.

A moral, que se define com o jargão moderno do politicamente correto, tende a transigir, a esquecer, a fingir que o problema dos clandestinos não existe. É a tolerância até que, por qualquer motivo, eles infrinjam a lei. Então são presos e expulsos. É como os Estados Unidos procedem com os milhões de clandestinos que vivem na terra acolhedora do Tio Sam. Embora o rigor tenha aumentado para impedir as migrações clandestinas, na fronteira com o México, nas concessões de visto e nos aeroportos, eles têm a tendência a tolerar os clandestinos que cumprem seus deveres de cidadão.

O meu sonho, como rotariano, é que todos os que hoje são clandestinos, sejam um dia cidadãos plenos do país em que vivem. Que não existam fronteiras nem barreiras nem muros entre as nações, que todos possam ser livres e viver como irmãos. É o sonho que Paul Harris descreveu em “Esta Era Rotária” 1935.


 

CLUBE FECHADO DO CORAÇÃO ABERTO

O associado José Roberto Cavalcante pronunciou, em reunião do Clube, o discurso abaixo transcrito:

Meus queridos amigos:

Quero começar as minhas singelas palavras na companhia do inesquecível Charles Chaplin, que disse: o homem não morre quando deixa de existir, mas sim quando deixa de amar”.


Em verdade, é o amor que nos impulsiona na vida. O amor pelas pessoas, por aquilo que fazemos, por nossos ideais, por nosso país, por nossa cidade, por nosso clube, etc. Em tudo o que fazemos, para ser bem feito, deve ter uma pitada de amor.


Daí, meus amigos, ter sido de uma sabedoria ímpar a idéia do nosso estimado Santa Cruz, consagrado comediante da Globo,  em dar o nome de Clube Fechado do Coração Aberto ao nosso Clube. Confesso que  estou me redimindo, nesta oportunidade, em face de haver optado por outra designação, quando da escolha do nome. Hoje, considero a sugestão oferecida por Santa Cruz, e devidamente aprovada, como a verdadeiramente correta.


Nós temos os corações abertos, pulsando em sístoles e diástoles aceleradas, por amor a nossa confraria. Aqui se encontram os amigos, com as suas virtudes e os seus  defeitos,  próprios do ser humano. Mas, as virtudes, são infinitamente maiores do que quaisquer senões.
Aqui, nós encontramos o deleite espiritual tão necessário para energizar o corpo.


Assim, amigos, lutemos para transformar o nosso Clube em ponto de referência na cidade do Rio de Janeiro. Seremos vitoriosos, por certo,  porque iremos trabalhar com a força do coração, a qual é incomensurável. Não deixemos, jamais, emurchecer ou apagar a chama do amor e da amizade que nos une.


Façamos deste pequeno clube no número de integrantes, mas maravilhoso pelo imenso coração que agasalha, a fonte constante de nossa inspiração na luta por uma vida melhor, mais saudável e mais atraente para todos nós.


O nosso Clube tem sido marcado pela informalidade em suas reuniões. Isto é muito bom, pela descontração, pelo espírito de fraternidade, pela energia que desperta. Hierarquizá-lo, no meu entender, seria um desastre.


E, dentro dessa informalidade no funcionamento do Clube, quero ressaltar a figura amiga do José Carlos, que tão bem encarna os nossos sentimentos, dentro do lema: um por todos, todos por um.


Já foi dito alhures: o difícil não é viver, e sim conviver. Estamos sabendo conviver, até agora, sem dificuldades. 

E haverá de ser sempre assim, para a alegria de todos nós.

 

HERMANO CORDEIRO PESSÔA CAVALCANTI

Na ADESG, quando eu exercia a função de Segundo Secretário da entidade, conheci um companheiro de ESG, muito gentil e educado:  Hermano Cordeiro Pessôa Cavalcanti, integrante do Conselho Superior da referida Associação, onde se encontra em seu sétimo mandato.

Tornamo-nos amigos, identificados com os mesmos ideais na luta pelo engrandecimento do nosso país, e preocupados com os rumos para os quais caminhava a ESG, tendo em vista o desejo de muitos  de vê-la transferida para Brasília.

Entre parêntesis: Moacir Elias, que era Presidente da ADESG, à época, encetou uma bonita campanha pela permanência da ESG no Rio de Janeiro, berço do seu nascedouro, com magníficas instalações na Praia Vermelha, campanha essa felizmente vitoriosa.

Poucos anos mais tarde, atendendo a convite do Hermano, comecei a freqüentar os almoços do Rotary Club do Rio de Janeiro, havendo ingressado no clube, quanto tive a honra de ser apadrinhado pelo citado companheiro.

Logo depois do meu ingresso, o ilustre  esquiano amigo, assumiu a Presidência do Clube, ali desenvolvendo uma primorosa administração, da qual participei, por alguns meses, como editor da coluna rotária, publicada quinzenalmente no magnífico Jornal do Commercio, desta cidade.

Hermano Pessôa sempre foi um homem determinado. Venceu por seus méritos morais e intelectuais sendo, evidentemente, motivo de orgulho para a sua família e os seus amigos.

Eis um ligeiro perfil do amigo  Hermano Cordeiro Pessôa Cavalcanti: nasceu em João Pessôa-PB. Filho de Joaquim Pessôa Cavalcanti de Albuquerque e de Julieta Cordeiro Cavalcanti de Albuquerque, sendo sobrinho de João Pessôa e sobrinho neto do Presidente Epitácio Pessôa.

Formou-se em Direito, em 1950, pela Faculdade de Direito do Recife, a mais antiga e tradicional do país. Foi Procurador Regional do IAPC no Estado de Pernambuco, Delegado do IAPC no Estado de Pernam buco, Procurador-Chefe do IAPC nos Estados de Pernambuco e Rio de Janeiro, Chefe de Gabinete do Ministro do Trabalho e Previdência Social, Chefe de Gabinete do Presidente do IAPC e, também, presidente nacional da mesma Autarquia.

Hermano cursou a Escola Superior de Guerra em 1969; foi Vice-Presidente da ADESG Nacional, sendo membro do Conselho Superior da entidade, por sete mandatos. É detentor da Medalha do Mérito Adesguiano e da Medalha de Amigo da Marinha. Possui a comenda “Presidente Antônio Carlos”, concedida pelo Instituto Internacional de Heráldica e Genealogia.

Casado em segunda núpcias com a Sra. Helena Beatriz Benevides Pessôa Cavalcanti, é pai de três filhos deste segundo casamento: Sérgio Eduardo, Danielle e Alexandre. Do primeiro casamento, tem dois filhos: Cândido Romero e Carlos Fernando, que lhe deram um neto e duas netas.

FAZENDA DO BOI ESTRELA - Pintura de B. Amande

Acima, B. Amande aparece ao lado da textura de sua autoria, com uma gravura indígena, doada ao Bazar da Christa, do Rotary Club do Rio de Janeiro.

ACÁCIA: QUADRO DE B. AMANDE

 

RESPEITEM A NOSSA SOBERANIA

Parece que os países hegemônicos não estão muito interessados em respeitar a soberania dos países do chamado terceiro mundo, situação que se tem agravado com a globalização, onde as empresas multinacionais ou transnacionais estão acima do bem e do mal.

Quando os países do primeiro mundo têm os seus interesses contrariados, o respeito à soberania dos países periféricos quase que desaparece. O problema é que os fortes sempre espezinham os fracos, especialmente quando estes últimos abrem suas enfraquecidas guardas.

Observem como todo mundo quer dar palpite sobre a Amazônia. Há planos e mais planos para a região.

Há décadas, o historiador Arthur César Ferreira Reis alertava para os perigos que rondavam a região, em seu célebre livro "A Amazônia e a Cobiça Internacional".

Já se pensou em transformar a Amazônia num Grande Lago; em laboratório de pesquisas internacionais, com controle externo; em local para abrigar excedentes populacionais de diversos países do mundo; em santuário ecológico “imexível", como diria um ex-Ministro do Trabalho; e, ultimamente, disseram que a Amazônia é um verdadeiro "esgoto de carbono".

E os nossos interesses, onde ficam, em todo esse imbróglio?
Em verdade, a Amazônia Brasileira  não é terra de ninguém. Não pertence ao mundo. Ela pertence ao Brasil!

 

As velhinhas de Brasília

Um amigo meu, de Brasília, sofreu um enorme susto ao ser assaltado por dois marmanjos travestidos de mulher e com máscaras simulando duas velhinhas, ao parar num sinal de trânsito. Somente se livrou do pior, porque desconfiou, e deu partida ao carro.

Mesmo, assim, foi obstaculizado por uma das "velhinhas" que caiu no chão e a outra arrebentou o vidro do carro e lhe deu uma gravata. Mesmo assim ele acelerou, de novo, e se livrou dos assaltantes que, descobertos, arrancaram as máscaras e saíram correndo.Se a moda pega...

Nacionalização

As motocicletas fabricadas pela Honda, na Zona Franca de Manaus, já chegam ao nível de 97% de nacionalização. Os aparelhos de ar condicionado, fabricados pela Brastemp da Amazônia, a 98%. Já a LG produz televisores de até 20 polegadas com 60% de nacionalização.

Isto é muito bom, porque cala a boca dos detratores da ZFM que dizem que ali só se faz maquiagem.

Agradecimento

Agradeço, sensibilizado, as mensagens de incentivo ao Espaço Amazônico o que demonstra que os meus objetivos vêm sendo paulatinamente alcançados.

Não viso nada mais do que ser útil, de alguma forma, aos que gostam de ler tudo quanto se escreve sobre a Amazônia.

Visitar a Região é um dever de todo bom brasileiro.

O drama do ex-presidiário

Faz algm tempo, a mídia considerou uma coisa extraordinária o fato de um ex-presidiário voltar à Penitenciária espontaneamente, depois de alcançar a liberdade.

Nos dias atuais, já não há muita novidade nisso. Se as pessoas que nunca foram presas amargam a falta emprego, que fará uma pessoa egressa da prisão.

Felizmente uma entidade religiosa que acolhe ex-presos que não têm para onde ir, deu guarida ao liberto, que ficou aguardando, por um emprego, já que possui até Carteira de Trabalho.

O morto que não morreu

O homem foi considerado morto. Já estava no caixão, pronto para ser enterrado, quando despertou e deu um susto danado às pessoas que velavam o seu corpo.

Isto foi um caso concreto, não é história de bêbado em boteco.

Agora, imaginem, se ele fosse um doador de órgãos...