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Um estudo desenvolvido por um pesquisador do Instituto de Aeronáutica e Espaço para o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) acaba de levantar a hipótese de que a Amazônia pode se tornar uma savana (cerrado). A pesquisa teve como base uma simulação digital e indica que há motivos para preocupação, uma vez que a Amazônia já não possui 13% da cobertura original de floresta.
Publicação do Jornal Amazonas em Tempo, Manaus/AM

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Internacionalização da Amazônia
O triste da história é que a matéria foi escrita por um amazônida e veiculada num site de grande importância daquela região.
O articulista salientou que tudo não passa de arroubo patriótico quando se fala naquele tema, dizendo que se deveria prestar mais atenção às madeireiras estrangeiras, às missões religiosas, etc. que lá atuaram e atuam.
Antes de escrever, devia ter lido o livro de Arthur Reis, os comentários sobre a Amazônia do General Santa Cruz Abreu, do Almirante Gama e Silva, etc., e tomar conhecimento dos seminários realizados pela Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra.
Ele acha que internacionalizar a Amazônia é tomá-la militarmente? Ora, ora, pois...
O prêmio foi disputado com produtores de 112 países, e a empresa ganhadora está atuando há quinze anos no Amazonas, com plantações fincadas no quilômetro 217 da rodovia AM-010, que liga Manaus a Itacoatiara e produz em média 20 toneladas de sementes de guaraná por ano.
Em face
disso, cogita-se na construção de um novo porto em Georgetow, capital
guianense, o que por certo virá possibilitar um grande intercâmbio comercial
do Pólo Industrial de Manaus com a Guiana.
Para a
Zona Franca de Manaus a busca de novos mercados é imprescindível.
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