FAZENDA DO BOI ESTRELA - Pintura de B. Amande Cavalcante
Acima, Branca aparece ao lado da textura de sua autoria, com uma gravura indígena, doada ao Bazar da Christa, do Rotary Club do Rio de Janeiro.
ACÁCIA: QUADRO DE B. AMANDE
POSSE NA ACADEMIA BRASILEIRA DE CIÊNCIAS MORAIS E POLÍTICAS
A concorrida posse do Proc. José Roberto Cavalcante na Academia Brasileira de Ciências Morais e Políticas. Ao centro, o Gen Lessa, tendo à sua direita o Desemb. Agustinho, o Brig. Hélio Gonçalves, a Prof. Alice Lorentz e o Alte. Carlos Amendoeira; e, à sua esquerda, o Proc. José Roberto, o Sen. Bernardo Cabral, o Desemb. Murta Ribeiro e o Comandante Lourival.
RESPEITEM A NOSSA SOBERANIA
Parece que os países hegemônicos não estão muito interessados em respeitar a soberania dos países do chamado terceiro mundo, situação que se tem agravado com a globalização, onde as empresas multinacionais ou transnacionais estão acima do bem e do mal.
Quando os países do primeiro mundo têm os seus interesses contrariados, o respeito à soberania dos países periféricos quase que desaparece. O problema é que os fortes sempre espezinham os fracos, especialmente quando estes últimos abrem suas enfraquecidas guardas.
Observem como todo mundo quer dar palpite sobre a Amazônia. Há planos e mais planos para a região.
Há décadas, o historiador Arthur César Ferreira Reis alertava para os perigos que rondavam a região, em seu célebre livro "A Amazônia e a Cobiça Internacional".
Já se pensou em transformar a Amazônia num Grande Lago; em laboratório de pesquisas internacionais, com controle externo; em local para abrigar excedentes populacionais de diversos países do mundo; em santuário ecológico “imexível", como diria um ex-Ministro do Trabalho; e, ultimamente, disseram que a Amazônia é um verdadeiro "esgoto de carbono".
E os nossos interesses, onde ficam, em todo esse imbróglio?
Em verdade, a Amazônia Brasileira não é terra de ninguém. Não pertence ao mundo. Ela pertence ao Brasil!