Quadros elaborados pela Dra. Branca Amande Cavalcante, esposa do Dr. José Roberto de Souza Cavalcante, autor da home-page:

Boto

Beija-flor 

Tucano

Vitória Régia

Acácia e Fogos de Artifício

Pesca

 

 

 

 

 

Amazônia pode virar savana

Um estudo desenvolvido por um pesquisador do Instituto de Aeronáutica e Espaço para o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) acaba de levantar a hipótese de que a Amazônia pode se tornar uma savana (cerrado). A pesquisa teve como base uma simulação digital e indica que há motivos para preocupação, uma vez que a Amazônia já não possui 13% da cobertura original de floresta.

Publicação do Jornal Amazonas em Tempo,  Manaus/AM

O Brasil fica mais pobre

Plantas, peixes, insetos e até fungos que para muita gente não valem nada, custam mais de 1 bilhão de dólares de prejuízos ao País todos os anos. O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) não possui os números exatos, mas os prejuízos causados pelos biopiratas pode ser muito maior do que a cifra de U$ 1 bilhão acusado pela CPI que apurou o contrabando de material genético do País.

Em nove anos, apenas 29 biopiratas, todos estrangeiros, foram presos com a mão na massa. Desses, sete foram presos no Amazonas em 2003. Segundo o Ibama, a biopirataria é a terceira maior atividade ilegal, atrás apenas do contrabando de armas e drogas.

Sofisticados, os biopiratas usam agora equipamentos sofisticados como GPS (para localização via satélite), ou que mantêm por mais de 24 horas a temperatura da água igual à de onde, por exemplo, o peixe foi tirado, e até mesmo um tipo de papel alumínio cobrindo as embalagens de isopor para impedir os aparelhos de raios-X de verificarem a presença do que está sendo roubado. E geralmente contam com a colaboração de brasileiros, que conhecem bem os locais e as espécies mais raras.

Na opinião do presidente do Grupo de Trabalho de Assessoria e Articulação (GTAA), da Assembléia Legislativa, professor Frederico Arruda, é impossível calcular com exatidão os lucros da biopirataria no Brasil e muito menos no mundo. “O assalto às nossas riquezas biogenéticas é alarmante, mas não podemos calcular isso com absoluta precisão. No máximo, podemos especular, pois a biopirataria não é uma coisa legal”, diz, considerando, entretanto, que há indicadores internacionais apontando para algo superior a US$ 340 bilhões. “Mas, não existe nada exato”, ressalva.

Ele afirma que, por exemplo, o comércio de plantas medicinais no planeta gira em torno de US$ 60 a 100 milhões. “É o que se vê nos maiores mercados do mundo como Hong Kong e Hamburgo”, assinala, informando que o GTAA deverá entregar, no início de dezembro, oficialmente à Assembléia Legislativa um anteprojeto de lei sobre o uso da biodiversidade e de combate à biopirataria no Amazonas.

Para Arruda, o anteprojeto poderá se constituir em “instrumento implacável contra o saque aos recursos oriundos da biodiversidade, um golpe mortal na biopirataria”. Ao contrário do que alguns chegaram a asseverar, a biopirataria é passível de ser contida através de mecanismos jurídicos bem delineados no anteprojeto do GTAA.

Registros

Nesse sentido, ele cita a criação do Sistema Estadual de Registros, que será o primeiro sistema instalado com o objetivo de proteger o conhecimento tradicional sob o manto do Estado e não de organizações não-governamentais (ongs). Cita, também, a criação do Centro Estadual do Patrimônio Genético e do Conhecimento Tradicional Associado, o qual, conforme frisou, deverá ser financiado por um Fundo do Patrimônio Genético.

Todos esses órgãos, à luz do anteprojeto, serão gerenciados por um Conselho vinculado diretamente ao gabinete do governador Eduardo Braga. “Esse Conselho é que definirá e aperfeiçoará a política oficial sobre os recursos da biodiversidade no Amazonas”, explica Arruda.

Fonte: Jornal "Amazonas em Tempo" - Manaus/AM

 

 

 

Internacionalização da Amazônia

      Dias atrás, li num site, que a internacionalização da Amazônia é um mito, desfazendo-se tudo quanto  disse e proclamou o historiador Arthur Cézar Ferreira Reis.

        O triste da história é que a matéria foi escrita por um amazônida e veiculada num site de grande importância daquela região.

        O articulista salientou  que tudo não passa de arroubo patriótico quando se fala naquele tema, dizendo que se deveria prestar mais  atenção às madeireiras estrangeiras, às missões religiosas, etc.  que lá atuaram e atuam.

         Antes de escrever, devia ter lido  o livro de Arthur Reis, os comentários sobre a Amazônia do General  Santa Cruz Abreu, do Almirante Gama e Silva, etc.,  e tomar conhecimento dos seminários realizados pela Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra.

        Ele acha que internacionalizar a Amazônia é tomá-la militarmente? Ora, ora, pois...

Guaraná na crista da onda

     O guaraná da empresa Santa Maria da Amazônia foi escolhido o melhor do mundo em Berlim, na Alemanha, pela Internacional Award for Business Leardership & Prestige.

    O prêmio foi disputado com produtores de 112 países, e a empresa ganhadora está atuando há quinze anos no Amazonas, com plantações fincadas no quilômetro 217 da rodovia AM-010, que liga Manaus a Itacoatiara e produz em média 20 toneladas de sementes de guaraná por ano.

Ponte sobre o rio Takutu

     Uma ponte sobre o rio Takutu será construída, ligando a cidade de Lethem, na Guiana à cidade de Bonfim, em Roraima, devendo intensificar   o tráfego na BR –174.

    Em face disso, cogita-se na construção de um novo porto em Georgetow, capital guianense, o que por certo virá possibilitar um grande intercâmbio comercial do  Pólo Industrial de Manaus com a Guiana.

    Para a Zona Franca de Manaus a busca de novos mercados é imprescindível.