{"id":899,"date":"2020-09-19T12:54:20","date_gmt":"2020-09-19T15:54:20","guid":{"rendered":"https:\/\/www.espacoamazonico.com.br\/?p=899"},"modified":"2020-09-19T12:54:20","modified_gmt":"2020-09-19T15:54:20","slug":"o-largo-do-machado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.espacoamazonico.com.br\/?p=899","title":{"rendered":"O LARGO DO MACHADO"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><a href=\"https:\/\/www.espacoamazonico.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/LargoMachado1.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" width=\"640\" height=\"480\" src=\"https:\/\/www.espacoamazonico.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/LargoMachado1.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-894\" srcset=\"https:\/\/www.espacoamazonico.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/LargoMachado1.jpg 640w, https:\/\/www.espacoamazonico.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/LargoMachado1-300x225.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><\/a><figcaption>Fonte: <a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.wikirio.com.br\/Largo_do_Machado\" target=\"_blank\">WikiRio<\/a><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Ainda como estudante, quando me encontrava no Rio, um dos locais que eu mais frequentava era o Largo do Machado.<\/p>\n\n\n\n<p>Lugar fascinante. Ali eu passava parte das tardes de domingo, depois de um cineminha no circuito Severiano Ribeiro.<\/p>\n\n\n\n<p>Almo\u00e7ava numa pens\u00e3o, na rua das Laranjeiras, sem dispensar a indefect\u00edvel sopa de verdura.<\/p>\n\n\n\n<p>O Rio estava prestes a deixar de ser a Capital da Rep\u00fablica, por\u00e9m ainda ostentava a sua grandeza como sede do Governo Federal. Tudo funcionava a contento.<\/p>\n\n\n\n<p>Olha, era um tempo encantador. N\u00e3o havia o perigo que hoje est\u00e1 em todo o lugar, tendo a gente que ser um verdadeiro c\u00e3o policial, olhando para os lados, \u201cfarejando\u201d tudo. Qualquer barulho maior, assusta. A gente vive acordado para tudo e para todos. Eta vidinha dif\u00edcil!<\/p>\n\n\n\n<p>Foi um grave erro a mudan\u00e7a da Capital Federal para Bras\u00edlia! L\u00e1, perdida no Planalto Central, entre o nada e coisa nenhuma, parece que  n\u00e3o vem cumprindo bem a sua miss\u00e3o. Fica muito distante das grandes press\u00f5es populares. \u00c9 a chamada \u201cIlha da Fantasia\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas, o assunto \u00e9 o Largo Machado. Passados tantos anos, o local ainda me \u00e9 especial, apesar dos transtornos dos dias de hoje. Ali se concentram pessoas idosas que sentam nos bancos da pra\u00e7a e passam horas e horas jogando domin\u00f3. E os estudantes, nos dias de semana, com suas irrever\u00eancias, enchem a pra\u00e7a de vida, e, porque n\u00e3o dizer, de barulho. Agora, com a pandemia, tudo ficou parado.<\/p>\n\n\n\n<p>O que mais encanta no Largo do Machado, no entanto, &nbsp;s\u00e3o as bancas de venda de flores. S\u00e3o flores de todos os tipos, com arranjos ornamentais, dando um colorido e um visual maravilhosos. Felizes os que vivem cercados de flores, posto que elas s\u00e3o uma b\u00ean\u00e7\u00e3o da natureza, ou seja, de Deus.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 verdade que o Largo do Machado perdeu muito de sua antiga magia mas, ainda, h\u00e1 esperan\u00e7a de sua revitaliza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>O choque de ordem, por certo, um dia &nbsp;chegar\u00e1 ao Largo do Machado.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ainda como estudante, quando me encontrava no Rio, um dos locais que eu mais frequentava era o Largo do Machado. Lugar fascinante. Ali eu passava parte das tardes de domingo, depois de um cineminha no circuito Severiano Ribeiro. Almo\u00e7ava numa pens\u00e3o, na rua das Laranjeiras, sem dispensar a indefect\u00edvel sopa de verdura. 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