ANIVERSÁRIO DE RI

Hoje, 23 de fevereiro, o Rotary International está aniversariando, com comemorações, evidentemente, em todo o mundo, visto que é uma entidade universal.

Nasceu sob a inspiração de Paul Harris e se mantem até os dias atuais sempre forte, realizando nobres causas no mundo inteiro. Mantém, assim, a sua imagem pública projetada, sob admiração geral.

Ao se falar em imagem pública do Rotary jamais se poderá olvidar o trabalho desenvolvido pela instituição e destacado pela mídia, assim entendida como “o conjunto de comunicação, e que inclui, indistintamente, diferentes recursos e técnicas, como por ex., jornal, rádio, televisão, outdoor, página impressa, propaganda, mala direta, balão inflável, anúncio em site da Internet, etc. (in Dicionário Aurélio).

Para propagar a sua imagem, RI conta com um notável meio de comunicação que é a sua revista, a qual estereotipa, fielmente, tudo que se passa nos diversos Distritos Rotários espalhados por nosso planeta.

No caso do RC do Rio de Janeiro, há a Revista Rotária, o seu Boletim Semanal, com ótima apresentação, e com publicação ininterrupta há várias décadas, retratando tudo que ocorre em suas reuniões plenárias, bem assim publicando outras notícias de interesse da sociedade. Por outro lado, o RC do Rio de Janeiro já possuiu uma Coluna quinzenal no Jornal do Commercio, matutino altamente conceituado em nosso país, coluna essa de grande valia, pois o público em geral tomava conhecimento das atividades rotárias e dos seus elevados propósitos.

Convém lembrar, por oportuno, que a difusão da imagem do Rotary não se realiza apenas pelos meios acima apontados. Há, ainda, os chamados marcos rotários, colocados em pontos de grande afluência nas cidades brasileiras sendo, assim, uma ótima exposição pública da “roda dentada”, ou “roda denteada”; e, também, e o que é muito importante, a imagem pública de Rotary é projetada  através do comportamento equilibrado, cortês e ético dos rotarianos.

Assim, devemos enaltecer o que já temos, procurando aperfeiçoar, cada vez mais, os meios ao nosso alcance, para a grandeza, cada vez maior, de RI.

GANHAR NO BICO

Todo mundo, agora, quer ganhar no bico. Muitas pessoas pensam que, com seus argumentos, facilmente convencem as outras, como se falassem para dementes.

Até pedinte já quer ganhar esmola no bico. Diz que está com fome e que, para não assaltar, está pedindo. Ora, pode realmente estar com fome, mas não deve impor o recebimento de uma ajuda, insinuando que se não a receber vai assaltar.

Em verdade, quem está “pagando o pato” por toda essa crise pela qual atravessa o país, é a classe média, que transita pelas ruas da cidade, pega ônibus ou metrô para ir ao trabalho, visita as casas bancárias, vai aos restaurantes, etc.

A pessoa ao sair de casa para se dirigir à estação do metrô, vai encontrando pelo caminho inúmeros pedintes, todos se achando no direito de receber algum dinheiro. Quando a pessoa dá esmola para um, o outro corre pedindo também; se não der esmola para esse segundo, ele tranca a cara com raiva.
É uma situação desgastante. Parece, até, que você é o responsável pela situação em que eles se encontram.

Por outro lado, algumas pessoas se especializam em dar golpes. Há até alguns que simulam ter em mãos presentes para distribuir, como   propagandas de supermercados, para enganar os incautos. Querem ganhar dinheiro fácil, no bico.

Mas não é apenas essa gente pobre que age assim. Também gente graúda, como se diz.

Toda hora os veículos de comunicação estão mostrando lances verdadeiramente inacreditáveis, de pessoas que querem ganhar no bico.

Com tanto bico assim, não tem quem não seja bicado.

PENSAMENTO

Dê, em primeiro lugar, o bom exemplo de sua conduta.

Seja SEMPRE nobre ao se manifestar, se quiser atrair para si a nobreza dos companheiros de luta. 

Demonstre sempre, inicialmente, a sua própria nobreza, para que os outros se mirem no seu exemplo e o imitem.  Seja bem educado, antes de exigir que os outros o sejam.

A força do exemplo é a força mais eficaz e convincente que existe.  Vale mais um bom exemplo do que milhares de palavras.

                                                                    (Autor desconhecido)